quarta-feira, 31 de março de 2010

TEXTO: A ARTE DE PRODUZIR FOME

A ARTE DE PRODUZIR FOME


Adélia Prado me ensina pedagogia. Diz ela “Não quero faca nem queijo; quero é fome”. O comer não começa com o queijo. O come começa na fome de comer o queijo. Se não tenho fome é inútil ter queijo. Mas se tenho fome de queijo e não tenho queijo, eu dou o jeito de arranja um queijo...

Sugeri, faz muitos anos, que, para se entrar numa escola, alunos e professores deveriam passar por uma cozinha. Os cozinheiros bem que podem dar lições aos professores. Foi na cozinha que Babette e a Tita realizaram suas feitiçarias... Se vocês, por acaso, ainda não as conhecem tratem de conhecê-las: a Babette no filme “A festa de Babette”, e a Tita, em “Como Água para Chocolate”. Babette e Tita, feiticeiras, sabiam que os banquetes não começam com a comida que se serve. Eles se iniciam com a fome. A verdadeira cozinheira é aquela que sabe a arte de produzir fome...

Quando vivi nos Estados Unidos, minha família e eu visitávamos, vez por outra, uma parente distante, nascida na Alemanha. Seus hábitos germânicos eram rígidos e implacáveis.

Não admitia que uma criança se recusasse a comer a comida que era servida. Meus dois filhos, meninos, movidos pelo medo, comiam em silêncio. Mas eu me lembro de uma vez em que, voltando para casa, foi preciso para o carro para que vomitassem. Sem fome, o corpo se recusa a comer. Forçado, ele vomita.

Toda experiência de aprendizagem se inicia com uma experiência afetiva. É a fome que põe em funcionamento o aparelho pensador. Fome é afeto. O pensamento nasce do afeto, nasce da fome. Não confundir afeto com beijinhos e carinhos. Afeto, do latim “affetare”, quer dizer “ir atrás”. É o movimento da alma na busca do objeto de sua fome. É o Eros platônico, a fome que faz a alma voar em busca do fruto sonhado.

Eu era menino. Ao lado da pequena casa onde morava, havia uma casa com um pomar enorme que eu devorava com os olhos, olhando sobre o muro. Pois aconteceu que uma árvore cujos galhos chegavam a dois metros do muro se cobriu de frutinhas que eu não conhecia.

Eram pequenas, redondas, vermelhas, brilhantes. A simples visão daquelas frutinhas vermelhas provocou o meu desejo. Eu queria comê-las.

E foi então que, provocada pelo o meu desejo, minha máquina de pensar se pôs a funcionar. Anote isso: o pensamento é a ponte que o corpo constrói a fim de chegar ao objeto do seu desejo.

Se eu não tivesse visto e desejado a ditas frutinhas, minha máquina de pensa teria permanecido parada. Imagine se a vizinha, ao ver meus olhos desejantes sobre o muro, com dó de mim, tivesse me dado um punhado das ditas frutinhas, as pitangas. Nesse caso, também minha máquina de pensar não teria funcionado. Meu desejo teria se realizado por meio de um atalho, sem que eu tivesse tido a necessidade de pensar. Anote isso também: se o desejo for satisfeito, a máquina de pensar não pensa. Assim, realizando-se o desejo, o pensamento não acontece. A maneira mais fácil de abortar o pensamento é realizando o desejo. Esse é o pecado de muitos pais e professores que ensinam as respostas antes que tivesse havido perguntas.

Provocada pelo o meu desejo, minha máquina de pensar me faz uma primeira sugestão, criminosa. “ Pule o muro à noite e roube as pitangas”. Furto, frutos, tão próximos...Sim de fato era uma solução racional. O furto me levaria ao fruto desejado. Mas havia um senão: o medo. E se eu fosse pilhado no momento do meu furto? Assim rejeitei o pensamento criminoso, pelo seu perigo.

Mas o desejo continuou e minha máquina de pensar tratou de encontrar outra solução: “Construa uma máquina de roubar pitangas”. Mcluhan nos ensinou que todos os meios técnicos são extensões do corpo. Bicicletas são extensões das pernas, óculos são extensões dos olhos, facas são extensões das unhas.

Uma maquineta de rouba pitangas teria de ser uma extensão do braço. Um braço comprido, com cerca de dois metros. Peguei um pedaço de bambu. Mas um braço de bambu, sem a mão, seria inútil: as pitangas cairiam.

Achei uma lata de massa de tomates vazia. Amarrei-a com um arame na ponta do bambu. E lhe fiz um dente, que funcionasse como um dedo que segura a fruta. Feita a minha máquina, apanhei todas as pitangas que quis e satisfiz o meu desejo. Anote isso também: conhecimentos são extensões do corpo para a realização de um desejo.

Imagine agora se eu, mudando-me para um apartamento no Rio de Janeiro, tivesse a idéia de ensinar ao menino meu vizinho a arte de fabricar maquinetas de roubar pitangas. Ele me olharia com desinteresse e pensaria que eu estava louco. No prédio, não havia pitangas para serem roubadas. A cabeça não pensa aquilo que o coração não pede. E anote isso também: conhecimentos que não são nascidos do desejo são como uma maravilhosa cozinha na casa de um homem que sofre de anorexia. Homem sem fome: o fogão não será aceso. O banquete nunca será servido.

Dizia Miguel de Unamuno: “Saber por saber: isso é inumano...” A tarefa do professor é a mesma do cozinheiro: antes de dar faca e queijo ao aluno, provocar a fome... Se ele tiver fome, mesmo que não haja queijo, ele acabará por fazer uma maquineta de roubá-los. Toda tese acadêmica deveria ser isso: uma maquineta de roubar o objeto de que se deseja...

Assaré, 27 de fevereiro de 2010.

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Rubem Alves

TEXTO: O PODER DA VALIDAÇÃO

O PODER DA VALIDAÇÃO

Todo mundo é inseguro, sem exceção. Os super-confiantes simplesmente disfarçam melhor. Não escapam pais, professores, chefes nem colegas de trabalho.

Afinal, ninguém é de ferro. Paulo Autran “tremia” nas bases nos primeiros minutos de cada apresentação, mesmo que a peça já estivesse sido encenada 500 vezes. Só depois da primeira risada, da primeira reação do público, é que o ator “relaxava” e “partia” tranqüilo para o resto do espetáculo eu, para ser absolutamente sincero, fico inseguro a cada novo artigo que escrevo, e corro desesperado para ver os primeiro e-mails que chegam.

Insegurança é o problema humano número 1. O mundo seria muito menos neurótico louco e agitado se fossemos todos um pouco menos inseguros trabalharíamos menos, curtiríamos mais a vida, levaríamos a vida mais na esportiva. Mas como reduzir esta insegurança?

Alguns acreditam que estudando mais, ganhando mais, trabalhando mais resolveria o problema. Ledo engano, por uma simples razão: segurança não depende da gente depende dos outros. Está totalmente fora do nosso controle. Por isso segurança nunca é conquistada definitivamente ela é sempre temporária, efêmera.

Segurança depende de um processo que chamo de “validação”, embora para os estatísticos o significado seja outro. Validação estatística significa de que um dado ou informação é verdadeiro, mas eu uso esse termo para seres humanos. Validar alguém seria confirmar que essa pessoa existe que ela é real, verdadeira, que ela tem valor.

Todos nós precisamos ser validados pelos outros, constantemente alguém tem dizer que você é bonito ou bonita, por mais bonito que você seja. O autoconhecimento tão decantado por filósofos, não resolve o problema. Ninguém pode auto valida-se por definição.

Você sempre será um ninguém a não ser que os outros lhe validem como alguém. Validar o outro significa confirma como dizer: “Você tem significado para mim”. Validar é o que um namorado ou namorada faz quando lhe diz: “Gosto de você pelo o que você é”. Quem cunhou a frase “Por trás de um grande homem existe uma grande mulher” ( e vice-versa) provavelmente estava pensando neste poder de validação que só uma companheira é presente no dia-a-dia poderá dar.

Um simples olhar, um sorriso, um singelo elogio são suficientes para você validar todo mundo. Estamos tão preocupados com a nossa própria segurança que não temos tempo para andar validando os outros. Estamos tão preocupados para mostrar que somos o “máximo”, que esquecemos de dizer aos nossos amigos, filhos e cônjuges que o “máximo são eles. Puxamos o saco de quem não gostamos, esquecemos de validar aqueles que admiramos.

Por falta de validação, criamos um mundo consumista, onde se valoriza o ter e o não ser. Por falta de validação criamos um mundo onde todos querem mostrar-se, ou dominar os outros em busca de poder.

Validação permite que as pessoas sejam aceitam pelo o que realmente são e não pelo o que gostaríamos que fossem. Mas, justamente graças à validação, elas começarão a acreditar em se mesmas e crescerão para ser o que queremos.

Se quiséssemos tornar o mundo menos inseguro e melhor, precisaremos treinar e exercitar uma nova competência: validar alguém todo dia. Um elogio certo, um sorriso, os parabéns na hora certa, uma salva de palmas, um beijo, um dedão para cima, um “Valeu, cara, valeu!”.

Você já validou alguém hoje? Então comece já por mais inseguro que você esteja.

Assaré, 27 de fevereiro de 2010.

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Artigo publicado na Revista Veja, edição 1705, ano 34, nº 24, 20 de junho de 2001, pág.22.

domingo, 14 de março de 2010

CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES DO GESTAR II - MATEMÁTICA

Secretaria Municipal de Educação - Assaré- CE
Cronograma de Encontros- GESTAR-II
PROGRAMA GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR - GESTAR II
Encontros Presenciais – Matemática

VERDE - Ações realizadas
VERMELHO - Ações a realizar

Aula Inaugural
24/08/2009 Manhã 4h

1ª OFICINA
Unidade 1-Sessão Coletiva 1 - Explorando Conceitos matemáticos numa Discussão sobre Alimentação.
29/08/2009 Manhã/Tarde 8h

2ª OFICINA
Unidade 3-Sessão Coletiva 2 - Imposto de Renda e Porcentagem.
14/09/2009 Manhã/Tarde 8h

3ª OFICINA
Unidade 5 e 7-Sessão Coletiva 3 - Explorando Conceitos matemáticos numa discussão sobre esportes. 13/10/2009 Manha/Tarde 8h

4ª OFICINA
Unidade 9-Sessão Coletiva 5 - O Universo das Formas.
07/11/2009 Manhã/Tarde 8h

5ª OFICINA
Unidade 11-Sessão Coletiva 6 - Usando o Conceito de Variáveis para discutir ecologia.
28/11/2009 Manhã/Tarde 8h

6ª OFICINA
Unidade 13- Sessão Coletiva 7 - A educação matemática contribuindo na formação do cidadão/consumidor Critico participativo e autônomo.
22/12/2009 Manhã/Tarde 8h

7ª OFICINA
Unidade 15- Sessão Coletiva 8  - Água- da hipótese de Tales a um problema no mundo atual- Teorema de Tales, semelhança de triângulos, previsão de eclipses e determinação de distancias inacessíveis.
27/02/2010 Manhã/Tarde 8h

8ª OFICINA

Unidade 17- Sessão Coletiva 9 - Matemática e Impacto Social da Tecnologia da Informação.
2703/2010 Manhã/Tarde 8h


9ª OFICINA

Unidade 19-Sessão Coletiva 10 - Explorando Conceitos matemáticos em uma discussão sobre a reutilização e o uso de novas tecnologias.
24/04/2010 Manhã/Tarde 8h


10ª OFICINA

Unidade21-Sessão Coletiva 11 - A álgebra como ferramenta humana, Frações e Frações Algébricas.
15/05/2010 Manhã/Tarde 8h


11ª OFICINA

Unidade 23-Sessão Coletiva 12 - Alimentação e Saúde- Sistemas de Equações Lineares.
29/05/2010 Manhã/Tarde 8h

TEXTO - O LUIZINHO DA SEGUNDA FILA

O Luizinho da segunda fila


      Marcelo é um excelente professor de Geografia.

      Na aula sobre o Pantanal até excedeu-se. Falou com entusiasmo, relatou com detalhes, descreveu com precisão. Preencheu a lousa com critério, soube fazer com que os alunos descobrissem na interpretação do texto do livro a magia dessa região quase selvagem. Exibiu um vídeo, congelou cenas e enriqueceu-as com detalhes, com fatos experimentados, acontecimentos do dia-a-dia de cada um.

      Em sua prova, é evidente, não deu outra: uma redação sobre o tema e questões operatórias que envolviam o Pantanal. Seus rios, suas aves, sua vegetação... a planície imensa. Os alunos acharam fácil. Apanharam suas folhas e começaram a trazer, palavra por palavra, suas imagens para o papel. As canetas corriam soltas e as linhas transformavam-se em parágrafos. Marcelo sabia o quanto teria que corrigir, mas vibrava... Sentia que os alunos aprendiam. Descobriam o interesse que sua ciência despertava. Não pôde conter uma emoção diferente quando Heleninha, sua aluna predileta, foi até sua mesa e arfante solicitou:

      - Posso pegar mais uma folha em branco?

      O único ponto de discórdia, o único sentimento opaco que aborrecia Marcelo, era o Luizinho, aquele da segunda fila. – Puxa vida! – pensava – Luizinho assistira às suas aulas, arregalara
os olhos com as explicações e agora, na prova, silêncio absoluto, imobilidade total...
nem sequer uma linha. Sentiu ímpetos de esganar Luizinho. Mas, tudo bem, não queria
se irritar. Luizinho pagaria seu preço, iria certamente para a recuperação. Se duvidasse
poderia, até mesmo, levá-lo à retenção. Seria até possível arrancar um ano inteirinho de
sua vida...
      Minutos depois, avisou que o tempo estava terminado. Que entregassem sua folha. Viu então que, rapidamente, Luizinho desenhou, na primeira página das folhas de prova, o Pantanal. Rico, minucioso, preciso. Marcelo emocionou-se, ao ver aquele quadro, de irretocável perfeição, nas mãos de Luizinho que coloria as últimas sobras. Entusiasmado indagou:

      - E aí, Luís? Você já esteve no Pantanal?

      Não. Luizinho jamais saíra de sua cidade. Construiu sua imagem a partir das aulas ouvidas. Marcelo sentiu-se um gigante e, de repente, descobriu-se o próprio Piaget. Havia com suas palavras construído uma imagem completa, correta e absoluta na mente de seu aluno.



      Mas, deu zero pela redação. É claro. Naquela escola não era permitido que se rabiscassem as folhas de prova. A história de Luizinho repete-se em muitas escolas. Sua inteligência pictórica é imensa, colossal, lúcida, clara e contrasta visivelmente com as limitações de sua competência verbal. Expressou o que sabia, da maneira como conseguia.

      Mas, não são todos os professores que se encontram treinados para ouvir linguagens diferentes das que a escola instituiu como única e universal.



Autor Desconhecido

sábado, 13 de março de 2010

PROJETO - ECOLOGIA E O UNIVERSO DA MATEMÁTICA

Apresentação

 
       O projeto Ecologia e o universo da matemática é um produto de ações a serem desenvolvidas na Escola Maria Célia Ferreira, atendendo os alunos do 6º ao 9º ano com o propósito de atingir toda a escola na questão de preservação do meio ambiente. Este projeto busca proporcionar ao aluno quantidade e qualidade de atividades e problemas capazes de possibilitar uma aprendizagem integrada a realidade em este está inserido.
       Este projeto busca apresentar a matéria distribuída didaticamente, obedecendo a sequência lógica do tema ,instigando o pensamento do aluno, conduzindo-o na direção em que o próprio aluno impulsione a sua aprendizagem de forma interacionista.
 
Justificativa
 
        Este projeto visa despertar nos alunos o interesse, a criatividade, levando o educando a formação de atitudes favoráveis à aprendizagem não só ecologica, como despertar a relação da natureza com o universo da matemática, onde o trabalha é voltado para uma metodologia que atenda fundamentalmente à afetividade, ao pensamento e a integração social do aluno.
 
Objetivos  gerais:
 
Motivar o aluno a:
 
  • Desenvolver uma atitude favorável em relação ao estudante da matemática;
  • Desenvolver a capacidade de reflexão e conseqüente compreensão partindo de experiências reais no campo da ecologia;
  • Desenvolver a alta confiança para enfrentar situações ecológicas.
 
 
Desenvolvimento
 
Discussão sobre ecologia, pesquisas, tabelas e gráficos.
 
Geometria: Formas geométricas;
Poliedro, polígonos;
Não polígonos;
Figuras planas e não planas;
Figuras espaciais;
Reciclagem;
Caixa de Papelão;
Folha de papel madeira;
Cartolinas já utilizadas;
Socialização dos trabalhos;
Noções básicas de ecologia;
Informação ecolóca;
Exposições de cartazes;
Oficina.
 

PROJETO GEOMETRIA NA PRÁTICA

GEOMETRIA NA PRÁTICA

Prof.: Francisco Raniel moura de Oliveira
Escola: Ananias Ferreira de melo


Justificativa

        Ao longo do nosso trabalho realizado no ensino fundamental II, observamos que os livros didáticos que são enviados para as nossas escolas, na sua grande maioria, trazem os conteúdos relacionados à geometria no seu final o que, na maioria das vezes, acaba levando inúmeros prejuízos aos alunos durante toda a sua trajetória escolar e acumulando, com isso, sempre mais dificuldades no estudo da geometria. Em conseqüência disso, os alunos não conseguem bons resultados nas avaliações externas.
Diante dos fatos apresentados acima, resolvemos desenvolver um projeto que mude a realidade dos conhecimentos de geometria dos nossos alunos e, como conseqüência, melhorar os resultados das avaliações externas e elevar o nível da nossa educação.
Público alvo: Alunos do 6º ao 9º do ensino fundamental.
Objetivo geral
Desenvolver e mostrar os conhecimentos básicos da geometria e a sua aplicação na resolução de diversos problemas do nosso cotidiano.

Objetivo geral:
       Despertar no educando a importância do conhecimento das formas geométricas, bem como, suas aplicações em nosso meio. O projeto tem o objetivo maior, corrigir a falha que há muito tempo vem  passando de geração a geração, onde não se é dada a importância necessária ao estudo da geometria que é base para o entendimento de muitos conteúdos.

Objetivos específicos:
  • Melhorar os resultados das avaliações externas;
  • Resolver diversos problemas do nosso cotidiano usando a geometria;
  • Conhecer e diferenciar as formas geométricas;
  • Calcular a área de figuras planas;
  • Calcular a área e o volume dos sólidos geométricos;
  • Conhecer e diferenciar os tipos de ângulos;
  • Identificar as características das figuras planas e das figuras não-planas.

Metodologia

  • Aulas expositivas;
  • Realização de oficinas baseadas nos conhecimentos adquiridos no gestar;
  • Trabalhos individuais e em equipes;
  • Resolução de situações práticas do nosso cotidiano;
  • Realização de atividades que conciliem teoria e prática;

Recursos
  • Giz;
  • Quadro negro
  • Papel;
  • Tesouras;
  • Réguas;
  • Lápis de cor;
  • Cartolinas;
  • Isopor.
Avaliação

  • Participação dos alunos nos trabalhos;
  • Avaliação dos trabalhos confeccionados;
  • Avaliação escrita;
  • Desenvolvimento intelectual dos alunos ao longo do projeto.

PROJETO CELEIRO GEOMÉTRICO

Introdução
A dança de salão de origem européia do século XIX, chegou ao Brasil trazida pelos portugueses e pelas missões culturais francesas que estiveram no Brasil nesta época. Depois se popularizou acabando por tornar-se uma dança caipira executada nas festas juninas. Vimos a importância de difundir e preservar esta cultura através do conhecimento e dos benefícios que ela nos traz, por tratar-se de uma identidade cultural. Toda esta simbologia nascida há tantos séculos, quando os povos antigos festejavam a colheita no Hemisfério Norte, no meio de um outro povo, apareceu em nosso país com uma cultura tão diferente e conservou a mesma essência.

Objetivo Geral
Trabalhar as operações matemáticas e geométricas concretamente, calculando e produzindo o que é necessário para a montagem de um celeiro geométrico junino na escola. Evidenciando, ainda, aspectos históricos, culturais e artísticos de um povo ao longo dos tempos.

Objetivos Específicos
Desenvolver cálculos matemáticos aplicados à geometria;
Identificar e classificar figuras planas(quadrado, triângulo e círculo), destacando algumas de suas características ( número de lados e tipo de ângulos);
Calcular área, volume e perímetro de figuras planas;
Aplicar o Teorema de Pitágoras ou as demais relações métricas no triângulo retângulo;
Sociabilizar aspectos históricos, culturais e artísticos envolvidos na pesquisa;
Levantar dados quantitativos para a construção e interpretação de tabelas, gráficos, planilhas e cálculos percentuais;
Desenvolver o senso crítico e de responsabilidade do uso sustentável da terra;

Metodologia
O projeto será desenvolvido de forma interdisciplinar, com relevância nas disciplinas de História, Arte da Educação, Ciências e Matemática. Tendo como foco principal os cálculos matemáticos e suas aplicações na geometria. Será constituído um celeiro geometricamente elaborado, onde constará diversas atividades, desde a infra-estrutura disposta em cálculos e medidas geométricas até a discussão sobre a festa junina, levantamento de números, uso da terra, divisão de turmas em equipe, cálculos das necessidades, pesquisas de músicas, passos de quadrilha, brincadeiras e comidas típicas, simpatias, preparação de pratos típicos, toca de informações com outras instituições afins ou não, distribuição de tarefas, finalização e arrumação do “ CELEIRO GEOMÉTRICO”. A execução do mesmo cumprirá um cronograma estipulado em conjunto (professores/alunos) a realizar-se na IV Feira de Ciências dos amigos do Meio Ambiente-(FAMA) na semana do meio ambiente

SÉTIMA OFICINA - "ÁGUA - DA HIPÓTESE DE TALES A UM PROBLEMA ATUAL"


       Aos 27 (vinte e sete) dias do mês de fevereiro de 2010 estiveram reunidos, na Escola de Ensino Fundamental Raul Onofre, o formador do GESTAR II Antonio Alberto de Oliveira Santos e os cursistas da área de Matemática para realização de mais uma oficina do GESTAR. Começamos o nosso trabalho com texto reflexivo “A arte de produzir fome” onde os professores se manifestaram em relação as condições de trabalho e as condições em que o educando chega na escola, nesta perspectiva as abordagens foram bastantes proveitosas no sentido de sensibilização ao encorajamento de encarar a realidade vivenciada por cada um que faz parte do processo. Encerrada as discussões a cerca do texto começamos a refletir sobre o tema da oficina a água, que em nossa sociedade em épocas não tão distantes já foi um grande problema que foi solucionado com a construção da barragem Canoas que alem de abastecer a cidade serve de fonte de renda para os pescares que eram os antigos agricultores daquela região. Através da nossa analogia podemos verificar que a sociedade mudou o comportamento em relação ao uso da água, parece até que nunca passaram por momentos desfavoráveis para com este recurso pois é comum o desperdício de água em nossa cidade e enquanto educadores refletimos sobre a importância da escola na formação de pessoas mais sensíveis ao uso deste recurso. Nessa concepção trabalhamos uma oficina voltada para vivencia de cada um no seu cotidiano envolvendo a economia e o controle do consumo de água. Nessa ação utilizamos conhecimentos matemáticos voltados para: proporção, teorema de Tales, semelhança,... com o foco sempre voltado para despertar no educando a sua consciência ecológica e conseqüentemente o seu comportamento ecológico.
       Resolvido a situação-problema onde foi construído a maquete de uma caixa d’água, onde depois de construída foram realizados os cálculos para determinar o seu volume em determina período de tempo, além calcular a superfície desta para que ela fosse ladrilhada. Terminada as atividade relacionadas a unidade 13 fomos resolver aprovas de entrada do GESTAR, pois verificamos que existiam algumas questões erradas, e para que não ocorra transtorno na hora da aplicação se fez necessário a resolução em conjunto. Foi muito proveitosa a oficina e muito mais a resolução dos testes de entrada, pois os professores se envolveram muito e disseram que acharam melhor na hora da resolução dos testes.

SEXTA OFICINA - "A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA CONTRIBUINDO NA FORMAÇÃO CIDADÃO/CONSUMIDOR CRÍTICO PARTICIPATIVO E AUTÔNOMO"


       Aos 21 (vinte e um) dias do mês de dezembro de 2009 estiveram reunidos, na Escola de Ensino Fundamental Raul Onofre, o formador do GESTAR II Antonio Alberto de Oliveira Santos e os cursistas da área de Matemática para realização de mais uma oficina do GESTAR.
Iniciamos a oficina com um slaid “De olho no mundo” para retornarmos a discussão sobre a questão ecológica que era um tema da Unidade 11 do TP - 3 que havia ficado com pendência. Após a apresentação do slaid foi aberta a discussão sobre os problemas da nossa realidade e do mundo e em seguida foram apresentados os trabalhos que foram realizados em laboratório de sala de aula onde os professores disseram que foi muito gratificante, pois os alunos se envolveram bastante. Quanto a questão do conhecimento e comportamento ecológico segundo o depoimento dos professores ficou evidente que nossos alunos tem a consciência ecológica e o que falha é o comportamento por uma questão de cultura que ainda está em processo de libertação.
       Socializado os trabalhos foi apresentado o Texto “Sabedoria de Professor” Para então abrirmos nossas mentes para o verdadeiro papel do professor enquanto formando de gestar. Feita a reflexão sobre o texto demos início ao TP – 4 onde trabalhamos a Unidade 13 “ A educação matemática contribuindo na formação cidadão/consumidor crítico participativo e autônomo”. Nesta unidade buscamos despertar nos educandos a sua atuação enquanto seres consumidores de produtos do mundo globalizado e capitalista que vivemos, para que estes sejam consumidores conscientes que valorizem o ensino da matemática para que estes não sejam burlados por propagadas enganosas, que possam fazer uma relação de custo quando for adquirir algum produto observando aspectos como validade, durabilidade, qualidade e quantidade. Nesta oficina trabalhamos a importância das medidas, dos números e sua significação no comércio, além de incentivar a pesquisa do SI. Feita a abordagem sobre o conteúdo e sua importância no mundo em que a criança esta inserida, fomos a prática realizando a oficina “Poupar ou comprar a vista?” onde o leque de discussão foi muito grande e provou que em muitas situações de pende da realidade me que o indivíduo esta vivendo. Concluída a oficina resolvemos algumas atividades das unidades 13 e 14.

QUINTA OFICINA - "USANDO O CONCEITO DE VARIÁVEIS PARA DISCUTIR ECOLOGIA"

TP – 3 UNIDADE 11
Data da realização: 28/11/09
Local: Escola Batistina Braga


        Para abrir a discussão sobre consciência ecológica e comportamento ecológico assistimos um slaid de sensibilização “A carta 2070” para que os educadores passassem a refletir sobre o comportamento humano e as conseqüências deste para com as mudanças que estão ocorrendo em nosso planeta.
Com base nos índices relacionados a produção de lixo em meio a nossa sociedade descremos algumas atitudes que podem ajudar a minimizar o impacto ao ambiente. Neste sentido foi elaborado em grupo questionários para medir o grau de consciência das pessoas que fazem parte do universo escolar. O resultado foi um impacto, pois demonstrou que a maiorias das pessoas possuem a consciência ecológica, porém o comportamento ainda tem que mudar. Refletindo sobre esta temática vimos que esse é um caso de Brasil, de um povo de uma cultura pouco voltada para a preservação do meio ambiente.
        Outra temática que foi levantada na sala foi a questão da merenda escolar, onde o professor Gilberlândio propôs a mudança dos hábitos alimentares de nossas crianças para que estas cresçam saudáveis. Neste sentido ele enfatizou que a escola não deveria apoiar a venda de salgados como coxinhas, pastéis, enroladinhos, dentre outros alimentos não orgânicos e reforçou a importância das frutas como alimento saudável a saúde humana. Além dos alimentos orgânicos serem mais saudáveis reduzia e muito a questão do lixo na escola isso foi sem dúvida um questionamento muito válido visto que, alguns professores, como ele, já tinha batido nesta tecla em sala e que estava surtindo efeito, pois já era comum ver as crianças com maçãs e bananas para lanchar.
         Com o discurso encerrado assistimos o filme “ O saber e o sabor” onde temos uma abordagem de diversos educadores em relação ao foco ensino e aprendizagem de forma prazerosa tendo como principal personagem Rubem Alves que fez uma abordagem maravilhosa comparando o professor ao cozinheiro, onde desperta no educador o amor a profissão e fomentação do novo na busca da complementação do já existente, e revela que o segredo da educação esta nos professores onde ele afirma que nós teremos uma educação de melhor qualidade quando olharmos para os alunos de forma diferente ou seja compreender que os alunos são companheiros de uma grande aventura de viver. Terminado o filme todos nós refletimos sobre a postura do professor como ser diretamente ligado a educação e transformação da sociedade, não deixando de enfatizar as barreiras impostas pelo sistema que temos.
       Terminado a socialização de idéias referente ao filme fomos realizar a oficina do módulo que consistia na elaboração de um questionário para saber o grau de consciência ecológica e o comportamento das mesmas em relação as afirmações ou negações expostas no questionário. Não foi possível concluir as atividades, ficou acordado que deveria ser trabalhado em laboratório para apresentação do próximo encontro.

QUARTA OFICINA -"O UNIVERSO DAS FORMAS"



Data da realização: 07/11/09
Local: Escola Batistina Braga

        Aos 28 (vinte e oito) dias do mês de novembro de 2009 estiveram reunidos, na Escola de Ensino Fundamental Batistina Braga, o formador do GESTAR II Antonio Alberto de Oliveira Santos e os cursistas da área de Matemática, com o objetivo de realizar mais uma oficina do GESTAR II.
       Antes de começar os trabalhos da unidade houve o momento de socialização das experiências exitosas. Foi muito gratificante em depoimentos saber do envolvimento dos alunos parar com as atividades do gestar, pois as oficinas da unidade anterior surtirão as expectativas esperadas pelo o grupo de professores.
Essa oficina teve início com um texto reflexivo “Ser Professor”, onde foi feita uma reflexão sobre a nova realidade da educação do nosso município e a postura que o professor deve assumir enquanto ser de transformação do meio em que vive. Seguida da reflexão começamos a realizar os trabalhos onde trabalhamos a temática da oficina “Universo das Formas” buscando aproximar ao máximo os conteúdos abordados como: identificação de poliedros e prismas; Calculo de área e volume; projeção e proporcionalidade, da realidade do nosso aluno.
       Nesta oficina trabalhamos na construção de maquetes onde procuramos ao máximo, desenvolver melhor a nossa didática de sala de aula. Foi um trabalho onde todos os professores se envolveram e deram depoimentos fascinantes, mostraram empenho no desdobramento das metas do GESTAR II e afirmaram que todos os educadores devem procurar ministrar aulas diferentes, prazerosas, onde o aluno nesta dinâmica passa ser um descobridor do conhecimento e o professor o mediador. Após a conclusão do trabalho que foi a construção de uma piscina envolvendo uma situação problema e a construção de um caleidociclo onde trabalhamos de forma dinâmica todos os conteúdos abordados na unidade. Fomos para o intervalo e na volta às atividades assistimos o filme “Pato Donald no país da matemágica”, onde percebemos que a matemática esta presente em nossas vidas e que devemos procurar relacionar os conteúdos a bordados em sala de aula ao cotidiano do nosso aluno para que ele encontre significado no que esta estudando. Após a discussão sobre o filme construímos alguns poliedros e resolvemos algumas atividades das unidades pares.

TERCEIRA OFICINA - EXPLORANDO CONCEITOS MATEMÁTICOS NUMA DISCUSSÃO SOBRE ESPORTES - PROPORCIONALIDADES E MEDIDAS



Dia 13 de outubro de 2009 Local: Escola Batistina Braga Duração: 8 horas

Neste encontro trabalhamos o TP 2  unidades 5 e 7.
        Antes de iniciar os trabalhos foi apresentado uma homenagem ao dia do professor, visto que estávamos trabalhando no feriado em homenagem ao seu dia.
Começando as atividades trabalhamos a oficina “Cálculo de área corporal” em seguida foram apresentamos os trabalhos ao grupo e fizemos as comparações quanto aos valores e as diferentes formas de resolver esta atividade, em seguida fomos comparar com o cálculo científico utilizado por cirurgiões, e diante dos trabalhos expostos podemos perceber que os cálculos foram bastantes aproximados, pois os erros estão em uma escala maior igual a 10. Muito bom. Feita esta oficina fomos resolver as atividades desta unidade.
       Para finalizar o nosso trabalho, fomos trabalhar proporcionalidade realizando a oficina das moedas. Os formandos acharam muito legal a forma de como foi trabalhada os conceitos de proporcionalidade e nas discussões de apresentação estávamos comparando os resultados vimos que para comparar os resultados obtidos não deveríamos marcar um tempo e sim determinar um número de jogadas.

SEGUDA OFICINA - "IMPOSTO DE RENDA E PORCENTAGEM"



TP1 - UNDADES 3 E 4.
Data: 14 de setembro de 2009
Local: Escola Batistina Braga
Duração: 8 horas

      Começamos fazendo a socialização dos trabalhos desenvolvidos pelos professores onde em seus testemunhos comungaram a satisfação dos alunos por acharem as aulas dinâmicas prazerosas, dotada de significado voltados para a realidade deles. Prosseguindo nossos estudos fomos fazer a oficina sobre imposto de renda, onde todos os formandos se empenharam bastante, embora alguns resultados tenham sido insatisfatório diante de outros. Seguido da oficina resolvemos algumas atividades voltadas para esta unidade.
      Os trabalhos prosseguiram com a oficina do fractal, no princípio apenas pedi para que eles pintassem a parte interna, depois pedi para que eles calculassem a área pintada, ninguém conseguiu até que eu lhes mostrasse que os valores atribuídos para este cálculo, seriam a e b. Depois da minha intervenção muitos conseguiram resolver utilizando-se de diferentes algoritmos. Neste momento utilizamos da transposição didática, visto que estes tiveram muita dificuldade para resolver o cálculo, foi dado exemplos da vida cotidiana, tendo como exemplo nossos pais, avós, que resolvem contas de álgebra dando o seu valor numérico, bem como resolvem equações do 1º grau e sistemas, sem conhecerem ou perceberem o que estão fazendo. Feita essas intervenções fomos confeccionar os fractais e em seguida resolvemos atividades relativas a esta unidade.

PRIMEIRA OFICINA - "OS CONCEITOS MATEMÁTICOS NUMA DISCUSSÃO SOBRE ALIMENTAÇÃO"



Data:29 de agosto de 2009 
Local: Escola Batistina Braga
Duração: 8 horas
      A oficina iniciou com uma mensagem motivação “Portas”, com o intuito de despertar no educando o desejo de mudança na sua didática de sala de aula.
      Neste encontro além de tirar alguma dúvidas dos formandos, trabalhamos a unidade 01 do TP 1 que tem como tema “ Os conceitos matemáticos numa discussão sobre alimentação”. Foi bastante proveitoso visto que alguns professores já haviam trabalhado este tema em sala de aula, daí surgiu a temática da merenda escolar, onde gerou um discussão muito rica por tratar de um tema em que os professores estavam vendo que realmente tinha que haver uma reeducação alimentar dentro da escola onde deveria deixar de ser vendido frituras e outros alimentos nada saudáveis a saúde dos alunos. Aproveitando a discussão do grupo fomos por a mão na massa e ver como é que estava o IMC de nossos professores, feito os cálculos vimos que os professores também deveriam rever os seus hábitos alimentares pois mais da metade apresentavam uma média acima do recomendado. Feita a oficina os alunos foram ver os conceitos centrais trabalhados ao fazer os cálculos do IMC. Dando prosseguimento aos nossos estudo fomos assistir ao filme “Cidade dos homens” para entendermos o conceito de transposição didática e trabalhar de maneira diferente como nosso aluno, levando o professor a buscar meios de tornar as aulas bem mais próximas da realidade do aluno pois assim ele aprenderá com mais facilidade. Discutido o tema transposição didática fomos resolver algumas atividades voltadas para esta unidade de estudo.

AULA INAUGURAL



        A aula inaugural aconteceu no dia 24 de agosto com uma duração de 4 horas, onde a secretária de educação e Coordenadora do Gestar – II, Maria Célia Esmeraldo Paiva, apresentou na abertura um vídeo de motivação para despertar nos educadores a fomentação por dias melhores no âmbito educacional, enfatizando a importância deste programa para o desenvolvimento de novas técnicas de ensino a partir dos encontros realizados para o estudo destas metodologias e o desenvolvimento na sala de aula “ O laboratório do Gestar” onde professores e alunos aprendem juntos. Na oportunidade foi apresentado os mapas do PAIC 5º E 9º nas áreas de português e matemática.


Vendo a realidade do nosso município os professores se sensibilizaram a abraçar a causa para reverter esta situação que é muito crítica.
Seguindo a aula de abertura os coordenadores de língua portuguesa e matemática, apresentaram todo o material ( Guia Geral, Cadernos de Teoria e Prática e os AAAs) de forma transparente tirando todas as dúvidas surgidas.
Os professores ficaram verdadeiramente encantados com a metodologia do Gestar e a qualidade do material.